sweet feelings





391 notes ∞ Reblog 1 month ago

(Source: xigh)


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10 notes ∞ Reblog 1 month ago
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71 notes ∞ Reblog 1 month ago

(Source: nohetero)


70,561 notes ∞ Reblog 1 month ago

"Ah, você sabia que a otária-trouxa-idiota aqui iria atrás de você, não sabia? Com todos os meus defeitos (alguns que nem merecem ser citados aqui, porque tenho vergonha de mais da metade deles), você sabia que mesmo me mandando embora, eu apareceria na porta da sua casa às 03:45 da manhã, segurando a sua blusa de frio e dizendo que achei muito necessário devolvê-la naquele exato momento. E se não fosse a blusa, seria a caneca de café, ou até mesmo sua apostila de física que está sob a mesa da sala (e vai continuar lá até você vir buscar, só pra eu poder olhar para o teu sorriso uma última vez). De algum jeito eu arrumaria mil e uma desculpas só para te olhar de novo e ter a certeza de que você realmente me quer longe. Como se fosse um tipo de confirmação do atestado de óbito do nosso amor. Eu tinha que ir, entende? Apesar dessa sua auto-confiança, e tamanha certeza em saber que eu iria atrás, eu não sabia porque você queria que eu fosse atrás. Eu estava divida entre “ele quer rir da minha cara uma última vez antes de ir embora de vez” e “ele vai dizer que me ama, vai me beijar e vamos transar ali mesmo na entrada de sua casa”. Eu comecei a imaginar a nossa transa e esqueci da sua cara estupefata rindo de mim. Preferi acreditar que você queria me comer à pensar na possibilidade do nosso amor (o seu) ter acabado. Era melhor achar que você ainda gostava da nossa transa e que por isso ficaríamos juntos, mas em hipótese nenhuma eu poderia aceitar o fim da gente, ou daquilo que a gente sempre quis ser. Só que eu estava parada na porta da sua casa, segurando uma blusa grande demais e tocando a campainha desesperadamente, rezando internamente para nenhuma prostituta loira atender a porta, e tentando decorar um pequeno discurso sobre como essa madrugada está fria e o quanto você precisa daquela blusa. E internamente, muito internamente, eu fiquei lembrando do dia que você foi até a minha casa, não nessa hora (até porque você sempre teve mais juízo do que eu) e me pediu em namoro, porque não aguentava mais esperar dia nenhum e precisava ser naquela hora, mesmo eu estando de pijama e descalço você disse que tinha sorte por ter a mulher mais bonita do mundo. Então quando eu parei na frente da sua casa, eu não sabia o que dizer, nem se devia dizer algo, eu só queria te olhar, olhar nos seus olhos e tentar achar aquele menino que sempre riu das minhas piadas e que adorava bagunçar o meu cabelo. Mas eu fiquei com medo de não achá-lo, fiquei com medo de no lugar dele estar um homem que não se importa com ninguém além de si mesmo. Eu sempre critiquei o fato de você ser um moleque imaturo e mulherzinha demais, mas agora o que eu mais queria era olhar para esse moleque e ouvir ele dizendo coisas como “pô, também te amo gata”. Porque eu também sou uma menina, uma criança, e preciso do meu moleque mexendo no meu cabelo e beliscando a minha coxa. E quando você abriu aquela maldita porta, eu esqueci tudo que tinha para te falar, olhei para você, que aparentemente não estava dormindo, e quando te vi abrindo os braços, não pensei duas vezes e joguei aquela blusa ridiculamente grande no chão e fui direto pro seu colo."

-Cibele Sena (amargar)  (via rockandsoda)
478 notes ∞ Reblog 1 month ago
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